O esquema, caracterizado como concussão, envolve a participação direta do vereador e de servidores públicos para burlar a ordem dos atendimentos e deixar para trás na fila as pessoas que não estavam na transação.
As investigações continuam em andamento, até que a Polícia Civil conclua a apuração das informações que possam aprofundar todo o esquema existente.
Em nota a imprensa o vereador Marinaldo que confirmou a operação e, por meio de nota, informou que "recebeu com surpresa o pedido de busca e apreensão de documentos, computadores e similares em sua residência e em seu escritório, com a finalidade de apurar suposta participação em furar a fila do SUS".
De acordo com o art.316 do Código Penal, o crime de concussão caracteriza-se quando o funcionário exige, para si ou para outro, vantagem indevida em razão do cargo que ocupa. Sendo uma exigência que causa temor de represálias, em função do cargo exercido pelo funcionário público. A pena para o crime de concussão é de dois a 12 anos, além de multa.
"Temos a esclarecer que, ainda não tomamos total conhecimento acerca da diligência realizada pela polícia a pedido do Ministério Público, mas que tão breve estaremos tomando todas as medidas afim de elucidar os fatos arrolados no processo. No ensejo, ressaltamos que desde 2017 o vereador desenvolve ações sociais através de seu Escritório Político e que vê o momento como perseguição política, uma vez em que o mesmo é declaradamente candidato a Prefeitura em 2024 e se mantém como oposição desde o início de seu mandato em 2017, o que tem trazido incômodos aos seus adversários políticos", diz o texto.
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