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domingo, 4 de agosto de 2019

Avião Bimotor cai no rio Amazonas, próximo ao município de Óbidos, no Oeste do Pará

20:08 0

Um avião bimotor caiu no rio Amazonas, próximo ao município de Óbidos, no oeste paraense, na tarde deste domingo (4). Segundo informações iniciais de testemunhas, havia dois ocupantes na aeronave, que sobreviveram. 
De acordo com moradores do município, o avião caiu em uma área próximo às comunidades Paru e Boto, em Óbidos, por volta das 15h30. Pescadores da área teriam avistado o avião caído dentro da água. 
Ainda segundo testemunhas, um dos ocupantes está com fratura exposta em uma perna e outro com lesões graves no rosto. Uma fonte na Receita Federal esteve no local e informou que agentes da Polícia Militar de Óbidos, Oriximiná e Juruti, com apoio de agentes da Polícia Federal de Óbidos e da Força Nacional, estão no local para fazer o levantamento do acidente.
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Homem é morto a facadas no garimpo Patrocínio em Itaituba

19:58 0

A guarnição da Polícia Militar do PPD 106 do Crepurizinho composta pelos guerreiros Sgt M. Costa, Sgt Elisneto, CB Tavares , CB Mendes e SD Milena, foram informados de um homicídio ocorrido no garimpo Patrocínio na madrugada  deste domingo 04 de agosto de 2019 por volta das 03hrs, em uma seresta.

Foto: Via Whatsapp 

A vítima Everton da Cruz Lima de 31 anos conhecido por "Bogó", foi morto a facadas, na região do peito e costa. O acusado de pré-nome "Isaias", após  cometer o crime evadiu-se do local.

De acordo com a Policia, ao chegar no local foi constatado o óbito da vítima, e a motivação do crime é desconhecida. Segundo a polícia, a vítima foi morta com duas perfurações pelo corpo.

A guarnição composta pelo CB Tavares e CB Mendes, trouxeram o corpo da vítima, para os procedimentos cabíveis e posteriormente ser velado pelos familiares.

A Polícia continua fazendo diligências, na tentativa de prender o autor do crime.


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sábado, 3 de agosto de 2019

CRIMINOSOS CONFESSAM PARTICIPAÇÃO EM ASSALTO Á UMA RESIDÊNCIA DO MUNICÌPIO DE BELTERRA

10:16 0

A Polícia Militar prendeu nesta sexta-feira, 02 de agosto, Tùlio Alexandre, Rodrigo da Conceição Luz e João Paulo, acusados de envolvimento em um assalto à uma residência no municìpio de Belterra. Durante a ação, os criminosos levaram R$ 40 mil em joias.

Em depoimento, Rodrigo da Conceição Luz, afirmou ter comprado a arma usada no crime. Tùlio Alexandre e João Paulo confessaram participação no assalto junto com Francis Braia morto em confronto com a polícia. Um outro suspeito de vender a arma para Rodrigo da Conceição Luz, está prestando depoimento na delegacia de Santarém.

A polícia não descarta a participação de mais pessoas no assalto, por isso, as investigações continuam.

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Prefeito Nélio Aguiar entrega 2 ª Etapa da Praça de Eventos

10:05 0
Descerramento da placa de entrega da obra: gestão.A Prefeitura está somando conquistas para Santarém. Mais uma obra foi entregue pelo gestor municipal, Nélio Aguiar, na noite desta sexta-feira (02). Com aulão de ritmos, circuito de treinamento funcional, atividade recreativas de vôlei, futsal e handball, o governo inaugurou a 2ª Etapa da Praça de Eventos, na Anysio Chaves. Mais uma opção de lazer, de diversão, cultura e entretenimento para a população.
Dona Maria da Silva, que mora no Residencial Salvação, participou do aulão de dança e agradeceu por mais um espaço de lazer na cidade. "Trouxe minha filha para participar da aula e ver como ficou a praça. Com certeza eu venho mais vezes, porque aqui está lindo", agradeceu.
Atletas elogiaram o novo espaço já utilizado por eles.
O titular da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminfra), Daniel Simões, destacou outras obras e serviços na Anysio Chaves. "Em 2017, entregamos 1ª etapa da Praça. No mês de julho iniciamos a pavimentação da última etapa da Avenida, entre Jasmim e Quixadá e instalamos 84 luminárias de LED, gerando mais economia para o município. Inauguramos, hoje, uma etapa e já estamos trabalhando para conseguir recursos para outra fase", lembrou Simões.
O presidente da Câmara de Vereadores, Emir Aguiar, falou sobre as inúmeras obras que a prefeitura está executando. "Fico muito feliz em participar e ver que Santarém virou um canteiro de obras. Já foram entregues duas etapas da Praça de Eventos, nesta gestão, além de outras obras, como a orla da cidade e serviços de pavimentação. Quem ganha é a população".
Muita dança e diversão durante a entrega da segunda etapa da Praça de Eventos.Crianças já utilizam o espaço para diversão.A obra da 2ª Etapa da Praça de Eventos equivale a 9.119,11 m2 e está localizada entre Alameda 3 e Travessa Dália, na qual consta playground, arborização, pavimentação, piso em concreto e ladrilho, ciclofaixa, bancos de concreto, caramanchões, quiosques, banheiros, quadra poliesportiva, quadra de vôlei e área de grama. Foram investidos R$1.295.231,51, sendo R$ 335.004,38 de contrapartida da prefeitura.
O Prefeito Nélio Aguiar enfatizou a importância de buscar parcerias para a execução de obras na cidade. "Essa obra é oriunda de emedar parlamentar de Zequinha Marinho, que era deputado federal e hoje é senador. Sem parcerias é difícil trazer recursos para o município. Entregamos a 2ª etapa da Praça de Eventos que já é um espaço para a família santarena. Vale ressaltar que já está em processo licitatório e em breve os quiosques já estarão funcionando. Aqui é mais um presente que embeleza a nossa cidade", finalizou o gestor.
Prefeito lembrou que outra etapa está em andamento e muitas obras estão sendo executadas em Santarém.

Ailanda Tavares Agência Santarém
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sexta-feira, 2 de agosto de 2019

MULHERES DO MUNICIPIO DE RURÓPOLIS SÃO AGRACIADAS COM CURSO DE CORTE E COSTURA

09:23 0

Autoridades, juntamente com as senhoras que participaram do curso
Vereador Jonas Lourenço entregando o certificado a uma das concluintes

Uma iniciativa do vereador Jonas Lourenço em parceria com a Prefeitura Municipal de Rurópolis através da secretaria de assistência social, foi ofertado o " Curso de costura Básico e avançado" que teve o encerramento na quarta-feira (31/07), que teve como contemplada as mulheres da comunidade Piçarreira, as parceria e todos foi fundamental pro desenvolvimento do projeto piloto que segundo o vereador terá continuidade por outras comunidades, e agradeceu o apoio da Secretaria de Educação, e em parceria com o Serviço de Aprendizagem Rural - SENAR, regional de Itaituba. que teve inicio no dia (22/07), segunda-feira com 80 horas de duração do curso com 20 alunas sendo todas mulheres, e o melhor todas da comunidade que aproveitaram a oportunidade para ampliar seus conhecimentos na arte da costura que passam a ser reconhecidas como profissionais com certificação.
Vereador Jonas, Concluinte e o Professor
Reginaldo
Senhor Carmelindo entregando o
certificado à concluinte
No encerramento que aconteceu na escola da comunidade as agora costureiras, exibiram-se vestidas com o fruto de seus trabalhos, todas usavam uma ou mais peças criadas e confeccionadas por elas
O vereador  Jonas agradeceu a parceria da Secretaria de Educação através do professor Jurandir, da Secretária de Assistência Social senhora Maria Padilha, da senhora Patrícia Cavichiolli Secretária de Finanças e do presidente da Câmara de Vereadores Anderson Guimarães. 
Senhor Paulo Cesar entregando o certificado à Concluinte
 
Nesse ano já é o segundo curso realizado na comunidade Piçarreira pelo SENAR, o primeiro foi de Doma de Amimais, que contou com a participação dos homens daquela localidade. Além das concluintes do curso, estiveram participando do encerramento, o supervisor do SENAR na região Paulo Roberto, o Diretor da escola Professor Reginaldo, o senhor Paulo Sérgio Presidente do STTR, o senhor Carmelino Neres presidente do SINPRUR, além do Vereador Jonas Lourenço da Silva, a Instrutora Eva que foi muito elogiada por todos. O próximo curso de Corte e Costuras acontecerá na comunidade Nicéia, e terá inicio na próxima segunda-feira.
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MPF vai divulgar série sobre as falhas do sistema de controle da cadeia do ouro na bacia do Tapajós

08:58 0

Resultado de imagem para ouroO Ministério Público Federal vai publicar nas próximas semanas, uma série para resumir como as várias fragilidades do sistema de controle da cadeia do ouro no maior polo da mineração ilegal no Brasil, a bacia do Tapajós, no Pará, possibilitaram a atuação de organização criminosa denunciada pela instituição.
Segundo o MPF, também serão descritos os pedidos feitos pelo MPF à Justiça relativos às instituições públicas e às empresas processadas.
Para esmiuçar o funcionamento de uma das maiores empresas compradoras de ouro na bacia do Tapajós, o no maior polo da mineração ilegal no Brasil, a bacia do Tapajós, o MPF fez uma investigação que resultou em um retrato do completo descontrole do país sobre essa cadeia econômica, responsável por prejuízos financeiros, sociais e ambientais de proporções devastadoras.
Uma série de provas do quanto é frágil a regulamentação e a execução do papel fiscalizador do Estado foram reunidas em duas ações propostas pelo MPF à Justiça Federal em Santarém em maio e julho deste ano. As provas foram coletadas durante três anos pelo Ministério Público Federal (MPF) e pela Polícia Federal (PF).
Ações
Uma ação, na área criminal, foi ajuizada contra os responsáveis por um posto de compra de ouro da empresa Ourominas em Itaituba, acusados de formarem uma organização criminosa para fraudar documentação e, assim, “esquentar” (acobertar) a origem clandestina do ouro. Só entre 2015 e 2018, o grupo fraudou a compra de 610 quilos do minério, causando um prejuízo de R$ 70 milhões à União.
Na área cível, foi proposta uma ação contra a Agência Nacional de Mineração (ANM), a União, o Banco Central, o posto de compra e a Ourominas. Nessa ação o MPF cita, pela primeira vez, trechos de um manual de atuação da instituição para o combate à mineração ilegal. O documento foi elaborado pela força-tarefa Amazônia do MPF, integrada por procuradores da República de todos os estados da região, que fizeram um diagnóstico aprofundado sobre os problemas, indicando soluções para a questão.
Controle arcaico
De acordo com o MPF, os procedimentos atuais para o controle da compra, venda e transporte do ouro são um campo fértil para fraudes, por não serem feitos em sistema informatizado.
As notas fiscais são preenchidas manualmente, à caneta. O máximo de tecnologia exigido pela legislação para a confecção dos documentos da cadeia do ouro é a máquina de escrever e o papel-carbono. As notas fiscais em papel ficam estocadas com os compradores. Não há nota fiscal eletrônica, não há acesso automático às informações pelo poder público, e muito menos cruzamento de dados.
A atividade garimpeira sequer é definida de modo claro na legislação, permitindo que a atuação de uma empresa mineradora de porte industrial tenha seus impactos considerados equivalentes à atividade de um garimpeiro artesanal.
Não há limites para a emissão de autorizações de exploração de lavra: uma mesma pessoa ou cooperativa pode ser detentora de quantas permissões de lavra conseguir registrar em seu nome.
Também não há controle sobre o uso das permissões de exploração, facilitando muito o “esquentamento” do ouro clandestino. As permissões continuam em vigor mesmo que as áreas não tenham sido exploradas, ou que seus detentores não apresentem relatórios de produção, ou que apresentem relatórios zerados ou incompatíveis com a quantidade de minério indicada em notas fiscais.
A legislação prevê a criação de um sistema de certificação de reservas e de recursos minerais. No entanto, o sistema ainda não está criado. Houve consulta pública no final de 2018, e a avaliação das propostas está a cargo da ANM.
O sistema deveria servir para subsidiar a formulação e implementação da política nacional para as atividades de mineração, fortalecer a gestão dos direitos e títulos minerários, consolidar as informações relativas ao inventário mineral brasileiro, definir e disciplinar os conceitos técnicos aplicáveis ao setor mineral, entre outras funções.
Na bacia do Tapajós são comercializadas ilegalmente 30 toneladas de ouro por ano – R$ 4,5 bilhões em recursos não declarados –, seis vezes mais que o comércio legal na mesma região, segundo informações apresentadas pela ANM em audiência pública realizada em abril deste ano na Câmara dos Deputados.
Envenenamento em massa
De acordo com laudo elaborado pela PF e pela Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), nas águas do Tapajós a mineração ilegal de ouro despeja, a cada 11 anos, o equivalente à barragem da Samarco que rompeu em Mariana (MG) em 2015, destruindo a calha do rio Doce, entre Minas Gerais e Espírito Santo.
Há estimativas de que até 221 toneladas de mercúrio são liberadas por ano para o meio ambiente pela mineração ilegal no Brasil, indicam estudos preliminares apresentados em 2018 na primeira reunião do Grupo de Trabalho Permanente da Convenção de Minamata sobre Mércurio (GTP-Minamata), realizada pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA).
A Convenção de Minamata é um acordo global para controlar o uso do mercúrio, tendo em vista a letalidade da substância para a saúde humana e para o meio ambiente. Em agosto de 2018 foi publicado decreto presidencial que concluiu a internalização jurídica, pelo Brasil, da Convenção. Com a promulgação do decreto, as determinações da Convenção de Minamata tornaram-se compromissos nacionais oficiais.
O mercúrio envenena principalmente quem trabalha em áreas de mineração ou vive perto delas, como povos indígenas e comunidades ribeirinhas, além da população consumidora do pescado. No ser humano, a substância afeta o sistema nervoso central, causando problemas de perda de visão, de ordem cognitiva e motora, doença cardíaca e outras deficiências.
Urgência sanitária
Na região do Tapajós já foram detectadas alterações cardiológicas e neurológicas em pessoas que têm alto nível de metilmercúrio, relatou na audiência da Câmara dos Deputados o neurocirurgião Erick Jennings Simões, da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) do Ministério da Saúde.
Ele destacou que não há cura para esses problemas originados pela contaminação por mercúrio, e que no Tapajós as pesquisas indicaram que a contaminação tem afetado até mesmo moradores de áreas urbanas distantes da região de garimpo, como os moradores de Santarém, um dos municípios mais populosos do Pará, com cerca de 300 mil habitantes.
Uma das lideranças indígenas presentes na audiência pública, Alessandra Korap, da etnia Munduruku, denunciou que as crianças estão reclamando de dores e que as mulheres grávidas estão sofrendo abortos espontâneos, algo que não acontecia nas aldeias. Segundo o neurocirurgião Erick Jennings, o metilmercúrio consegue atravessar a placenta, podendo causar danos irreversíveis ao feto.
Para pesquisadores do Ministério da Saúde e da Ufopa ouvidos por deputados federais, é “urgência sanitária” o monitoramento clínico e laboratorial das populações submetidas à contaminação de mercúrio na bacia do Tapajós.
Invasão originou ação

A mineração ilegal é um dos principais vetores de invasões a áreas protegidas, como Terras Indígenas e Unidades de Conservação (UCs). A investigação que deu origem às ações ajuizadas pelo MPF em Santarém, por exemplo, começou a partir das operações Dakji I e II, realizadas em 2016 para combater garimpagem ilegal de ouro na zona de amortecimento da Terra Indígena Zo'é, no município de Óbidos. A zona de amortecimento é uma área de proteção integral.

As operações deram origem a três inquéritos policiais. Em um deles, investigados que atuavam na área conhecida como garimpo Pirarara, na zona de amortecimento da Terra Indígena, relataram que vendiam o minério à Ourominas sem a necessidade de apresentar qualquer tipo de comprovante de legalidade da origem do produto.

Interditados nas operações, os garimpos ilegais foram sucessivamente reocupados por novas levas de garimpeiros, agora em 2019 pela terceira vez. “Este fato denota a dificuldade em se combater a extração ilegal de ouro tão somente a partir do exercício do poder de polícia ambiental in loco nos ‘garimpos’ ilegais.

A ação cível foi assinada pelos procuradores da República Camões Boaventura, Paulo de Tarso Moreira de Oliveira, Ana Carolina Haliuc Bragança, Patrícia Daros Xavier e pelo assessor jurídico do MPF Rodrigo Magalhães de Oliveira. A denúncia criminal foi assinada pelos mesmos membros do MPF autores da ação cível, além dos procuradores da República Hugo Elias Silva Charchar e Antônio Augusto Teixeira Diniz.
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Idoso é preso com mais de 8kg de entorpecentes durante fiscalização da PRF, em Santarém

08:54 0

Durante fiscalização de rotina a veículos na BR-163, em Santarém, no oeste do Pará, um ônibus foi revistado e na bagagem de um dos passageiros foram encontradas, dentro de uma mochila, embalagens de entorpecentes. Foram encontrados 2.360kg de pasta base de cocaína e 5.712kg de skunk, sendo sete tabletes, totalizando 8,072kg.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), Danúbio de Moraes Ferreira, de 68 anos, foi contratado para levar as drogas até Belém. O material apreendido foi levado pela equipe da PRF para a 16ª Seccional de Polícia Civil.

Em depoimento, o idoso disse ter apanhado a droga na cidade de Terra Santa e iria levar até a cidade de Belém, e para realizar esse transporte recebeu a quantia de R$ 2 mil como pagamento.

 

O delegado da PRF, Sidmar Oliveira, contou que o idoso já tem passagens pela prática de tráfico de entorpecentes. “Ele estava sendo utilizado como ‘mula’ para levar as drogas do Amazonas para Belém. Foi dada a voz de prisão, feito o flagrante, e agora ele deve responder”, disse.

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